Testes de suscetibilidade: quais os problemas em utilizá-los?

Os testes de suscetibilidade – popularmente conhecidos como pseudo-hipnose – são fenômenos meramente fisiológicos e ideomotores. Isto é, se dá por meio de movimentos corporais involuntários. É usada para convencer a pessoa que ela está sendo hipnotizada, quando, na verdade, não está.

Funciona também para convencer o indivíduo de que quem está hipnotizando é um bom hipnotista. E assim, após a aplicação de um teste, pode-se usar outras rotinas de hipnose, de fato.

Mas, qual o problema dos testes de suscetibilidade?

Os testes servem não só para envolver o sujeito em um transe hipnótico, mas principalmente para entender como funciona a sua mente.

Por exemplo, a rotina dos dedos magnéticos tem elementos que são fisiológicos. Mas o que se pretende com ela é o feedback que se tem da pessoa. Em outras palavras, se ela tem resistência à hipnose ou não. Você pode ver, com o separar dos dedos se ela está se engajando aos poucos, ou se realmente está entrando em transe hipnótico.

A questão é que existe a chance do elemento fisiológico se transformar em um transe!

Ou o exercício da memória muscular. Qual é o problema com esse exercício? O sujeito pressiona seu braço acreditando que será atraído, e o seu braço se levanta pelo elemento fisiológico. Qual resposta você obtém disso? Nenhuma! 

Você não tem nenhuma informação para saber se ele está suscetível ou não à hipnose.

Então, utilize as rotinas sempre para identificar como a pessoa que será hipnotizada pensa, e não apenas como pre-talk. Esteja seguro de suas habilidades: tenha confiança e a roupa do mago!

Ainda não se sente confiante o bastante para começar a hipnotizar? Leia sobre como ter autoconfiança!

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